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BALBURDIANDO


Carta para um amor reencontrado

Nossa história não começou e nem vai terminar aqui. Eu te amo. E é tão profundo, que me dói ter que nessas circunstâncias estar espacialmente separado de ti. Eu ainda não sei o que vai acontecer. Não sei. Eu sei o que eu queria que acontecesse. Mas só minha vontade não basta. E eu sei/sinto o que você também quer. Mas não sei se isso também é o bastante. O que sei/sinto é que você tomou um espaço inesperado na minha vida, no meu coração. E eu sei/sinto que também represento o mesmo pra ti. Então, o que nos falta? Eu não sei. Mas eu não te abandonei. Não desisti de você. Nem te troquei por outra diversão. Quero que saiba disso. Não diga que eu parei de remar nosso velho barquinho. Porque eu não parei. Eu ainda estou aqui. Remando. Amando. Pleno. Mas eu te quero inteiro. E agora, (e eu não sei quanto tempo isso vai durar), mas agora, não estamos mais inteiros. E nós não somos metades. Nós não vamos nos completar juntos. Isso é para os outros. Para os fracos. Nossa história é outra. Como não lembrar do texto que você escreveu no meu aniversário do ano passado:

"Talvez a gente não vai sobreviver aqui, nesse chão concreto não... nosso caso é mais bonito, as cores do mundo não chegam ao pés das cores da nossa história..."

Sim. É isso. Você que escreve tão bem definiu tudo. Nossas cores de Almodóvar e Frida Kahlo são realmente mais bonitas. Tem toda a razão. Espero que você também tenha razão quando escreveu num dos últimos SMS que trocamos:

"no fim as coisas sempre ficam certas entre a gente..."

Do fundo do meu coração eu na minha mais profunda vibração de amor, digo Amém!

 



Escrito por Mateus Barbassa às 18h33
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